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Mostrando postagens de setembro, 2021

Destroços dos troços.

Vivemos no limite de tudo, no limite de nós mesmos. Em torno do abismo, lá onde tudo é beira. Seguir em frente é desabar, mas olhar pra trás é se deparar com os destroços dos troços todos. Que troços? Sabe-se-lá o que poderiam estes ser. Carecem tanto de nome quanto de sentido, mas destroçam-se ainda assim. É solitário onde estudo se rompe, mas é arriscado ter companhia quando tudo parece se romper ao seu redor. A vida por um fio não é o suficiente para tecer redes e conexões. Carece tanto de força quanto de capacidade. Não é capaz de ser forte e nem tem força para mudar isso. Parece solitário e por vezes de fato o é; mas não ouse roubar da solidão de outro se não estiver disposto a compartilhar da sua. Somos fios sem nós e longe de se atarem. Somos apenas eus  e mais eus  e outros eus . Falamos também sós como em telefones sem fio, e falamos de nós para nós e apenas conosco, mas na companhia de outro que sempre estará do outro lado, segurando em vão a ponta de um fio que nun...